Evangelos Marinakis ainda pode comprar a Vasco SAF?
Foto: VisionHaus/Getty Images

Venda da Vasco SAF vai acontecer? E o grego? Pedrosa traz informação exclusiva; saiba mais!

A indefinição sobre a venda da Vasco SAF continua gerando expectativa entre os torcedores. O jornalista Lucas Pedrosa trouxe novas informações sobre a negociação e garantiu que, apesar dos atrasos, as conversas com o empresário grego Evangelos Marinakis seguem acontecendo. No entanto, até o momento, nenhuma proposta oficial foi feita.

Segundo Pedrosa, o contato entre os intermediários do CRVG e Marinakis ocorre diariamente, mas a reunião esperada entre as partes sofreu um atraso. O clube já forneceu todos os documentos e informações necessárias para que o empresário avalie a possibilidade de investimento, mas o processo ainda não avançou para a fase de valores.

“A reunião realmente tinha sido pré-agendada, mas pode acontecer no Brasil, e não apenas em Londres, como se especulava. O que posso dizer é que os intermediários continuam conversando com o Vasco. Hoje, o clube tem de 8 a 9 NDAs (Non Disclosure Agreement, que em português significa “acordo de não divulgação”) assinados com outras partes interessadas”, revelou Pedrosa.

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Venda da Vasco SAF pode parar nas mãos de Evangelos Marinakis.
Marinakis segue sendo o preferido da torcida – Foto: © Sportal.gr

São Paulo pode atrapalhar? O Vasco se movimenta?

Embora a torcida veja Marinakis como o principal candidato para assumir a SAF, o Vasco segue analisando outras possibilidades. De acordo com o jornalista, o clube estuda diferentes modelos de negócios, incluindo um fundo de investimentos e a possibilidade de um dono majoritário.

“O Vasco não está parado, como muita gente pensa. Existem outros modelos sendo avaliados. O ponto é que hoje não há nenhuma proposta na mesa, nem mesmo do grego”, afirmou Pedrosa.

O nome de Marinakis também tem sido ligado ao São Paulo, mas, segundo as fontes de Pedrosa, essa possível negociação não impede o interesse no Cruzmaltino. No entanto, investir em dois clubes brasileiros ao mesmo tempo não faria sentido para o empresário.