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BOMBA:Vasco sofre revés na Justiça antes de decisão contra o Boca

O Vasco sofreu um revés na tentativa de utilizar o Maracanã contra o Boca…

Por Debora Cordeiro · 3 min de leitura
Pedrinho, presidente do Vasco
Pedrinho, presidente do Vasco Foto: Reprodução
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O Vasco sofreu um revés na tentativa de utilizar o Maracanã contra o Boca Juniors, pela partida de volta da semifinal da Copa Sul-Americana. A Justiça do Rio de Janeiro determinou a suspensão temporária da ação movida pelo clube para tentar garantir a realização do confronto no estádio.

maracanã
Foto: Reprodução

A decisão foi tomada nesta quinta-feira (2) pela juíza Georgia de Carvalho Lima Vasconcellos, da 2ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro. O processo ficará suspenso até que seja analisado um pedido de conexão com outra ação que também discute a utilização do Maracanã no confronto marcado para 20 de outubro.

Isso significa que o mérito do pedido do Vasco ainda não foi julgado. Portanto, a suspensão não representa uma derrota definitiva do clube na disputa judicial pelo estádio.

Por que a ação do Vasco foi suspensa?

Segundo o Lance!, a magistrada identificou a existência de outra ação sobre o mesmo tema, apresentada anteriormente por um sócio do Vasco.

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Nesse primeiro processo, o pedido de liminar para obrigar a liberação do Maracanã já havia sido negado. Agora, diante da possibilidade de conexão entre as duas ações, a juíza determinou a suspensão do processo apresentado pela Vasco SAF.

Vasco
Foto: Divulgação
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A medida é processual. O objetivo é definir previamente como os processos relacionados ao mesmo assunto deverão tramitar antes de uma análise do pedido apresentado pelo clube.

O Vasco havia recorrido à Justiça depois de receber nova negativa para utilizar o Maracanã.

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Vasco pediu multa diária de R$ 1 milhão

Na ação, a Vasco SAF pediu uma tutela de urgência para conseguir utilizar o Maracanã no dia 20 de outubro, às 21h30.

O clube também solicitou que, caso obtenha uma decisão favorável e ela seja descumprida, seja aplicada multa diária de R$ 1 milhão.

Importante destacar que essa multa não foi determinada pela Justiça. Trata-se de um pedido feito pelo Vasco dentro da ação.

O Cruz-Maltino argumenta que o contrato de concessão prevê tratamento isonômico para a realização de partidas oficiais e também utiliza como argumento um memorando firmado em 2025 envolvendo Vasco, Flamengo e Fluminense.

Definição do estádio vira corrida contra o tempo

A suspensão aumenta a incerteza sobre onde será realizada a partida contra o Boca.

O Vascão também trabalha para tentar viabilizar São Januário, mas precisaria de uma autorização excepcional da Conmebol, já que a capacidade do estádio fica abaixo da exigência estabelecida para uma semifinal continental.

Foto: Reprodução

O clube apresentou um projeto que prevê capacidade de aproximadamente 24 mil torcedores e busca solucionar também as questões envolvendo a presença da torcida argentina.

Brasília chegou a ser considerada como alternativa fora do Rio de Janeiro, mas perdeu força nos bastidores.

Com Vascão x Boca marcado para 20 de outubro, o clube agora aguarda os próximos movimentos judiciais enquanto continua trabalhando em outras alternativas para definir o palco de uma das partidas mais importantes da temporada.

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