Vasco avança por novo meia em operação acima de R$ 5,9 milhões
O Vasco tem negociações avançadas para contratar um meio-campista, mas está impedido, neste momento,…

O Vasco tem negociações avançadas para contratar um meio-campista, mas está impedido, neste momento, de concluir a operação por causa das restrições financeiras impostas pela Justiça. Segundo o ge, movimentações acima de R$ 5,9 milhões precisam passar por aprovação judicial.
A limitação também atingiu as tratativas por Bruno Duarte, atacante do Estrela Vermelha. A negociação, que vinha avançando e gerava otimismo, está congelada diante do atual cenário financeiro do Cruz-Maltino.
Por que o Vasco não pode fechar novos reforços?
De acordo com o ge, qualquer movimentação acima de R$ 5,9 milhões é considerada um novo endividamento e, portanto, depende de autorização da Justiça.
A situação ganhou peso depois que o financiamento pretendido pelo clube ficou congelado. Com isso, o Vasco está impedido de assumir novos débitos enquanto não forem cumpridas as exigências estabelecidas no processo.
O clube buscava um novo DIP de R$ 150 milhões para reforçar seu fluxo de caixa. A Justiça, porém, determinou que uma auditoria independente apresente informações antes de analisar uma eventual liberação dos recursos.
Nesse cenário, mesmo uma negociação esportivamente encaminhada não pode necessariamente ser transformada em contratação.
Bruno Duarte também tem negociação congelada
A restrição afeta diretamente o planejamento para reforçar o elenco. Além do meia cuja identidade não foi revelada na informação apresentada, Bruno Duarte também está com sua negociação paralisada pelo mesmo motivo.
O Vasco havia apresentado uma proposta de 1,5 milhão de euros, aproximadamente R$ 9 milhões, pelo atacante do Estrela Vermelha. O valor supera o limite mencionado de R$ 5,9 milhões.
É importante diferenciar os cenários: as negociações não foram necessariamente encerradas. Elas estão congeladas diante da impossibilidade atual de o Vasco assumir determinados compromissos financeiros sem autorização judicial.
A próxima etapa relevante será a nova auditoria, prevista, segundo a informação divulgada, para ocorrer dentro de aproximadamente 15 dias. Até que exista uma mudança no cenário judicial, a diretoria terá limitações para transformar negociações mais caras em contratações.
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