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Vasco aponta contradição em argumento do Fla-Flu na disputa pelo Maracanã

A disputa entre Vasco e o Consórcio Fla-Flu pelo uso do Maracanã contra o…

Por Breno Siqueira · 3 min de leitura
Torcida do Vasco no Maracanã. Fotos: Matheus Lima/Vasco.
Fotos: Matheus Lima
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A disputa entre Vasco e o Consórcio Fla-Flu pelo uso do Maracanã contra o Boca Juniors ganhou um novo capítulo. Um dos pontos de discussão envolve justamente o acordo firmado em 2025 que prevê a possibilidade de o Cruz-Maltino disputar quatro partidas por temporada no estádio.

Segundo informações do ge, Flamengo e Fluminense sustentam agora que esse documento não teria validade perante o consórcio porque foi assinado pelos clubes, mas não pela Fla-Flu Serviços S.A.

O Vasco, entretanto, utiliza episódios anteriores para contestar essa interpretação e reforçar os argumentos apresentados na ação judicial que busca garantir o Maracanã para a semifinal da Copa Sul-Americana.

Vasco da Gama x Fluminense - Copa do Brasil - Oitavas de Final (jogo 2) - Maracanã. Fotos: Matheus Lima/Vasco.
Vasco da Gama x Fluminense – Copa do Brasil – Oitavas de Final (jogo 2) – Maracanã. Fotos: Matheus Lima/Vasco.

Acordo de quatro jogos vira ponto central da disputa

O documento firmado em 2025 previa quatro partidas do Vasco por temporada no Maracanã, desde que respeitadas questões relacionadas à disponibilidade e às condições operacionais do estádio.

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Agora, Flamengo e Fluminense argumentam que o acordo foi firmado pelos clubes e não pelo consórcio responsável pela administração do Maracanã.

Existe, porém, um episódio anterior que adiciona um elemento importante à discussão.

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Em 2025, quando o Vasco avaliou mandar em São Januário a partida de ida das semifinais da Copa do Brasil, o Fluminense teria utilizado justamente o acordo nos bastidores para defender a realização dos confrontos no Maracanã.

Na ocasião, prevaleceu o que estava previsto no documento, e os dois jogos acabaram realizados no estádio.

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Esse histórico passou a fazer parte da argumentação vascaína, mas caberá à Justiça avaliar o alcance jurídico do acordo e sua aplicação ao caso atual.

Torcida eve lotar São Januário. Foto: Daniel RAMALHO/CRVG
Foto: Daniel RAMALHO/CRVG

Gramado também está no centro da ação do Vasco

Outro argumento apresentado para a negativa de Vasco x Boca foi a necessidade de preservação do gramado do Maracanã.

O Cruz-Maltino questiona essa justificativa na ação apresentada contra a Fla-Flu Serviços.

Entre os pontos levantados, o Vasco destaca que o gramado que apresentava desgaste posteriormente foi retirado e substituído. O clube também apresentou histórico de partidas realizadas no Maracanã com intervalos curtos e documentos técnicos relacionados à manutenção do campo.

Novamente, essas informações integram a tese apresentada pelo Vasco e ainda serão analisadas judicialmente.

Vasco
Foto: Matheus LIma/CRVG

Vasco corre contra o tempo antes do Boca

O Vasco pede uma tutela de urgência porque precisa definir o estádio para enfrentar o Boca Juniors pela semifinal da Sul-Americana.

Além da liberação do Maracanã, o clube solicita condições operacionais e comerciais que considera isonômicas e pede multa diária de R$ 1 milhão caso uma eventual determinação judicial favorável seja descumprida.

Enquanto aguarda uma resposta da Justiça, o Vasco continua trabalhando paralelamente para viabilizar São Januário.

A discussão sobre o acordo firmado em 2025, porém, adiciona um novo elemento à batalha pelo Maracanã: um documento que agora é questionado já teria sido utilizado anteriormente nos bastidores para definir onde o próprio Vasco deveria mandar uma partida.

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#Jogos do Vasco #Notícias #Vasco