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Vasco age nos bastidores por R$ 120 milhões antes do fim da janela

O Vasco pretende buscar um novo empréstimo DIP de R$ 120 milhões para ampliar…

Por Debora Cordeiro · 3 min de leitura
Pedrinho situação do Vasco Fotos: Dikran Sahagian/Vasco.
Pedrinho situação do Vasco Fotos: Dikran Sahagian/Vasco.
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O Vasco pretende buscar um novo empréstimo DIP de R$ 120 milhões para ampliar sua capacidade de investimento antes do encerramento da atual janela de transferências. A operação seria realizada com a Almirante Participações e Empreendimentos S.A., ligada ao empresário Marcos Lamacchia. A informação foi publicada inicialmente pelo jornal O Globo e repercutida pelo A Crítica.

Marcos Lamacchia (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O dinheiro ainda não está disponível para o clube. A intenção vascaína é utilizar parte do eventual aporte para contratar jogadores e outra parcela em melhorias no CT. Diferentemente da operação anterior, os recursos seriam classificados como investimento, e não como fluxo operacional.

Por que o Vasco busca R$ 120 milhões?

O novo aporte permitiria ao Vasco aumentar sua margem de atuação no mercado. A janela de transferências permanece aberta até 11 de setembro, deixando a diretoria com menos de um mês para concluir eventuais contratações.

A operação, entretanto, ainda precisa percorrer etapas antes que o dinheiro possa ser utilizado. Como o clube está em Recuperação Judicial, o novo empréstimo DIP passa pelo processo judicial e não deve ser tratado como recurso garantido neste momento.

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A diferença em relação ao empréstimo anterior está justamente na destinação planejada. A intenção é que os R$ 120 milhões sejam considerados recursos para investimento, contemplando o futebol e a infraestrutura do CT.

O que Lamacchia espera antes de liberar o dinheiro?

Marcos Lamacchia está ciente da movimentação, mas deseja que o processo competitivo relacionado à venda da SAF do Vasco seja iniciado antes da liberação de um novo aporte.

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Esse detalhe conecta diretamente a busca por recursos aos próximos acontecimentos envolvendo a SAF. A Almirante Participações ainda não adquiriu oficialmente o controle do futebol vascaíno, apesar de estar envolvida no processo.

Segundo a publicação, Lamacchia possui mecanismos de preferência que permitem cobrir uma eventual proposta concorrente. A venda, entretanto, precisa respeitar o processo competitivo antes de qualquer conclusão definitiva.

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Para o Vasco, o tempo passa a ser um fator importante. A diretoria pretende contar com recursos para realizar movimentos ainda nesta janela, mas a eventual chegada dos R$ 120 milhões depende do avanço das etapas necessárias.

O próximo passo, portanto, envolve justamente o andamento do processo competitivo da SAF e a tentativa de viabilizar o novo empréstimo. Enquanto isso não acontecer, os R$ 120 milhões devem ser tratados como um aporte pretendido pelo Vasco, e não como dinheiro já liberado para contratações.

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