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Polícia revela mensagens atribuídas a David e investigação ganha novo capítulo

O atacante David, do Vasco, é investigado pela Polícia Civil do Espírito Santo após…

Por Breno Siqueira · 3 min de leitura
David Vasco
Foto: Reprodução
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O atacante David, do Vasco, é investigado pela Polícia Civil do Espírito Santo após mensagens encontradas durante a Operação “A Tropa” levantarem suspeitas sobre uma possível relação com integrantes de um grupo investigado por tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro. O jogador nega qualquer participação em atividades criminosas.

Segundo informações divulgadas pelo ge, três diálogos encontrados ao longo da investigação contribuíram para que David se tornasse alvo de mandado de busca e apreensão. O atacante não foi alvo de mandado de prisão.

O caso corre sob segredo de Justiça. Portanto, as suspeitas levantadas pela investigação não representam comprovação de culpa ou condenação.

David . Fotos: Matheus Lima/Vasco.
David . Fotos: Matheus Lima/Vasco.

Quais mensagens levaram a Polícia a investigar David?

De acordo com o ge, uma das conversas analisadas pela Polícia Civil envolve informações sobre uma vítima de tentativa de homicídio. A resposta atribuída ao atacante teria sido:

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“Mereceu tomar uns tiros mesmo.”

Em outro diálogo, após receber a fotografia de uma pistola, David teria respondido, segundo a Polícia:

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“Tem que matar um para ver de qual é.”

Um terceiro episódio citado na investigação envolve um Fiat Argo. Segundo o delegado responsável pelo caso, investigados teriam discutido a possibilidade de conseguir dinheiro emprestado com David para trocar o veículo.

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O carro, conforme a investigação, teria sido utilizado em uma tentativa de homicídio e estaria “queimado”, termo utilizado no contexto relatado pela polícia para indicar que o automóvel teria ficado comprometido depois do suposto uso no crime.

A partir dos elementos encontrados, o delegado afirmou que surgiu a hipótese de uma possível relação de David com o financiamento do tráfico de drogas em Serra Dourada III, no Espírito Santo.

Neste momento, essa hipótese deve ser tratada estritamente como uma linha de investigação policial, e não como um fato comprovado.

David nega envolvimento com tráfico de drogas e armas

David já prestou depoimento e negou envolvimento com tráfico de drogas ou de armas.

O atacante reconheceu conhecer pessoas ligadas à investigação no Espírito Santo, mas declarou não saber sobre possíveis atividades criminosas praticadas por elas.

Seu empresário, André Cury, também saiu em defesa do jogador e negou qualquer ligação do atleta com o crime organizado.

O celular de David foi apreendido durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão. O material é analisado pelas autoridades dentro das diligências da operação.

O Vasco já havia informado que está colaborando com as autoridades e mantém suporte jurídico ao atleta. Até então, o jogador continuava realizando normalmente suas atividades profissionais no clube.

O ponto central do caso permanece o mesmo: David está sob investigação e foi alvo de busca e apreensão, mas não foi preso nem condenado pelos crimes apurados na operação. A definição sobre eventual responsabilidade dependerá do avanço das investigações e das autoridades competentes.

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