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Justiça toma decisão importante sobre R$ 150 milhões do Vasco

O novo empréstimo DIP pretendido pelo Vasco está travado na Justiça. Em decisão divulgada…

Por Debora Cordeiro · 2 min de leitura
Pedrinho Foto: Reprodução
Pedrinho Foto: Reprodução
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O novo empréstimo DIP pretendido pelo Vasco está travado na Justiça. Em decisão divulgada nesta terça-feira (18), a Justiça do Rio determinou que a SAF não poderá assumir novo endividamento antes do início da auditoria da ICTS e da apresentação de, pelo menos, um relatório sumário do trabalho. O prazo previsto para esse relatório é de 15 dias.

Pedrinho Fotos: Dikran Sahagian/Vasco.
Pedrinho Fotos: Dikran Sahagian/Vasco.

A decisão afeta diretamente a tentativa do Vasco de obter um novo financiamento DIP, considerado urgente diante da situação financeira da SAF. Neste momento, portanto, o empréstimo ainda não está autorizado.

O que falta para o Vasco conseguir o novo empréstimo?

A Justiça estabeleceu a auditoria da ICTS como condição para que novos endividamentos possam avançar. A empresa precisa receber antecipadamente 60% do valor de seus honorários para começar os trabalhos.

Também houve uma definição importante sobre quem deverá arcar com esse custo. Após acolher Embargos de Declaração apresentados pelas Recuperandas, a Justiça determinou que os honorários da auditoria sejam pagos pela 777 Carioca LLC, autora da ação.

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Foto: AGIF

Eventuais discussões sobre o valor dos honorários serão analisadas separadamente e não devem impedir o começo da auditoria.

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Vasco pode antecipar pagamento para acelerar processo

Diante da urgência financeira apresentada pela SAF, existe uma alternativa para tentar reduzir a espera. A Justiça permitiu que o próprio Vasco faça o depósito dos 60% necessários para iniciar a auditoria.

Caso opte por esse caminho, o clube poderá acelerar o começo dos trabalhos da ICTS e, consequentemente, iniciar o prazo de 15 dias para apresentação do relatório sumário.

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A decisão também estabeleceu sigilo sobre documentos relacionados à governança, restringindo o acesso às partes, órgãos e agentes envolvidos no processo.

O cenário, portanto, não representa uma rejeição definitiva ao novo DIP. O financiamento permanece condicionado ao cumprimento da etapa determinada pela Justiça. A prioridade agora é viabilizar o início da auditoria e obter o relatório necessário para que o pedido de novo endividamento possa voltar a avançar.

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