O Vasco da Gama inicia sua caminhada na CONMEBOL Sul-Americana nesta quarta-feira (03), diante do Melgar, fora de casa. Em busca de um bom resultado fora de seus domínios, o clube carioca se apoia em uma de suas principais virtudes: o jogo aéreo. Isso porque o adversário peruano apresenta fragilidades justamente nesse setor, o que pode ser explorado pelo time comandado por Fábio Carille.
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Melgar tem defesa baixa e vulnerável pelo alto
O sistema defensivo do Melgar é composto por atletas com estatura abaixo da média sul-americana, o que gera preocupação para a equipe local e atenção redobrada para o Vasco. Os laterais Rodríguez (1,74m) e Cabanillas (1,70m), assim como os zagueiros Barrios (1,80m) e González (1,77m), compõem uma linha de defesa que costuma sofrer em jogadas aéreas. No meio-campo, os volantes Orzán (1,77m) e Martínez (1,72m) também não oferecem grande resistência nesse tipo de lance.
A comissão técnica vascaína já trabalha com a ideia de usar cruzamentos como arma principal. Os treinamentos no CT Moacyr Barbosa têm dado ênfase às jogadas pelas laterais e bolas paradas, com atenção especial aos momentos ofensivos em que a bola estiver pelo alto.

Vegetti é a principal esperança ofensiva
Para aproveitar essa brecha no time peruano, o Vasco conta com um trio de jogadores especialistas no jogo aéreo: Pablo Vegetti, João Victor e Mauricio Lemos, todos com 1,87m. A força física e o bom posicionamento desses atletas fazem deles peças-chave para a estratégia traçada por Carille.
A meta é clara: aproveitar a diferença de estatura e a precisão nos cruzamentos para sair do Peru com pontos importantes logo na primeira rodada da Sul-Americana. A bola aérea, neste cenário, pode ser determinante para colocar o Gigante da Colina em vantagem logo na largada da competição continental.

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