Foto: Ruano Carneiro/Getty Images

Opinião: Nada pode convencer que Diniz é uma boa para 2026

É preciso encarar a realidade com frieza: nada justifica a permanência de Fernando Diniz no comando do Vasco para 2026. O roteiro já não é novidade, e justamente por isso é tão previsível. Diniz inicia seus trabalhos encantando, faz o torcedor acreditar que finalmente encontrou um caminho estável, promove futebol envolvente e cria um clima de esperança. Mas, inevitavelmente, o final é o mesmo: a equipe desaba, e o treinador se afoga nas próprias convicções.

Esse ciclo se repete há anos. Seja no Fluminense, São Paulo, seleção brasileira, Cruzeiro ou agora no Vasco, Diniz coleciona momentos de brilho seguidos de colapsos técnicos e emocionais. É como se seu trabalho tivesse validade curta: funciona até o ponto em que o elenco não suporta mais a intensidade, a falta de variação tática ou a insistência em ideias que deixam de dar resultado, mas que ele insiste em manter. Ilude primeiro, decepciona depois.

Quando a coisa aperta, o time perde força, perde organização e perde confiança. E o treinador, preso à própria filosofia, não encontra meios reais de adaptação. Em 2026, o Vasco precisará de estabilidade, competitividade e capacidade de enfrentar adversidades sem desmoronar. Diniz não entrega isso.

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