Quando um dos maiores times do futebol brasileiro muda sua estratégia, é natural que todos os olhares se voltem para isso. A imprensa, os concorrentes e todos os críticos especializados analisam cada movimento feito pelo clube. No caso do Vasco da Gama, isso está acontecendo agora, após a temporada de 2025, que trouxe importantes reflexões sobre como o time começou a se posicionar no mercado de transferências e na busca por jogadores de peso. Torcedores e analistas estão acompanhando de perto, muitas vezes usando esses desdobramentos para embasar dicas apostas futebol para a próxima temporada.
Ao terminar o Brasileirão 2025 na décima quarta posição, o time entendeu que era hora de repensar a forma como encarava a sua estratégia na pré-temporada e também nos ajustes de rota feitos durante a temporada. Depois de algumas decisões apressadas que marcaram anos anteriores, o time começou a redesenhar os seus caminhos, entendendo que um bom planejamento traz ainda mais benefícios a médio e longo prazo. Essa mudança, no entanto, não aconteceu de forma abrupta ou repentina; foi preciso trabalhar de forma a entender que competir no futebol brasileiro exigia muito mais do que reagir somente a pressões e emergências, sendo necessário muita estratégia e pensamento crítico. A seguir, neste artigo, vamos entender quais são as principais mudanças de estratégias do time carioca e como ele tem se preparado para a temporada de 2026.
Como o Vasco costumava trabalhar
Antes de olhar para dentro de casa e repensar sua estratégia, o Vasco acabava seguindo alguns padrões recorrentes. Mergulhava nas janelas de contratação, que são agitadas por si só, contratava muitos, movimentava outros tantos e, com isso, acabava tendo pouca continuidade entre uma temporada e outra. E, justamente esta palavra simbólica, “continuidade”, representa muito no futebol. É preciso ter estratégia, mas ter tempo para que as coisas se encaixem e, mexendo em um time constantemente ou agindo sem constância e continuidade não é o melhor caminho para isso.
O modelo anterior acabava gerando consequentemente elencos inchados, com uma performance aquém do esperado. Apesar de bons jogadores, estes chegavam sem entender como podiam contribuir e, quando entendiam o caminho, logo eram negociados com outros clubes pois a temporada havia findado.
O que mudou?
A partir do último ano, o cenário começou a mudar. Ao longo da temporada, o Vasco passou a ter uma postura mais tranquila e seletiva, reduzindo o número de movimentações e contratações, mas aumentando o nível de exigência sobre cada um dos nomes que chegavam ou se mantinham no clube. A ideia central era dar uma repaginada no elenco, mas sem trazer grandes mudanças que fossem capazes de desestabilizar a equipe. A temporada de 2025 foi um ensaio para isso e, 2026 promete dar continuidade nisso.
O alinhamento das contratações com o estilo e o modelo de jogo que o Vasco busca é um dos principais pilares deste novo momento vivido pelo clube. Agora, o time passa a contratar nomes que se encaixem claramente na sua proposta tática, ao invés de se preocupar em adaptar a performance ou o estilo de jogo do jogador. Assim, ganha-se tempo, técnica e, é claro, qualidade. Assim, o time acaba também evitando contratações que, embora sejam boas tecnicamente, pouco contribuem para o funcionamento coletivo da equipe.
Para conseguir tais feitos, o time tem atuado de forma mais presente perante as oportunidades do mercado. Em vez de agir somente nos momentos finais, o Vasco começou a monitorar os nomes com uma antecedência maior, conseguindo assim analisar sua performance e entendendo se a entrega combina ou não com o esperado pelo clube. Assim, as contratações emergenciais diminuem e as estratégicas aumentam.
Conclusão: impactos da estratégia nos torcedores
O impacto de uma mudança de estratégia começa a ser sentido dentro dos campos, mas rapidamente ecoa nas torcidas. Quando os jogadores se sentem em um clube coeso, tendem a entregar resultados ainda melhores. Estes resultados, consequentemente trazem um sentimento ainda mais positivo para as torcidas, que, engajadas, estimulam o clube a dar passos ainda maiores. Além disso, torcedores confiantes tendem a fortalecer as bases e a unirem-se a favor do clube.
A estratégia de contratações do Vasco mudou e isso moda que o time passou a aprender com os próprios erros e a olhar para si mesmo com autocritica. Estes elementos são essenciais em um mercado que é cada vez mais profissional, exigente e, é claro, complexo. O mercado deixou de ser um palco de improvisos e passou a ser um espaço cada vez mais estratégico, onde o que é feito fora dos campos tem tanto impacto quanto o que é feito dentro dos 90 minutos de bola rolando. Ainda há desafios, mas o Vasco tem dado indícios de que está ainda mais preparado para competir e crescer nos próximos anos.
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